26 maio, 2009

PROCISSÃO DA PÁSCOA

Esta procissão realiza-se antes da missa;sai da igreja e segue pelas ruas da Amoreira, de Santo António, do Outeiro, Praça e Rua das Portas de Baixo. Entra na Misericórdia, dirigindo-se em seguida à igreja, pelo adro.
Vai pela seguinte ordem: guiões (de São José, de Nossa Senhora do Rosário e do Santíssimo), bandeira da Confraria do Espírito Santo, andor de nossa Senhora da Conceição, de Nossa Senhora das Dores, de São José e de nossa Senhora do Rosário.
Durante todo o percurso ouvem-se os cânticos da Aleluia.
Frente à capela de Santo António, hoje transformada em escola, (?) a procissão é aguardada pelo Provedor empunhando a bandeira da Confraria e ladeado pelo tesoureiro e secretário, com sua vela acesa cada um. À medida que as imagens vão passando, o Provedor inclina a bandeira, sendo correspondido da parte dos fiéis que transportam as imagens, com um cumprimento idêntico, inclinando-se todos ao mesmo tempo, fazendo como que uma vénia. Chegada a vez de Nossa Senhora do Rosário, e depois das vénias, os dois mesários ladeiam a Virgem Nossa Senhora, que acompanham, correndo o Provedor com a bandeira , a colocar-se à frente da procissão, principiando aqui a recepção que a
Misericórdia faz à Ressurreição. Os restantes mesários estão, em duas alas, à entrada do templo da Misericórdia, empunhando cada um uma vela acesa. O Provedor entra com a bandeira e colocando-se em frente do altar-mor. Guiões e imagens penetram um a um no templo fazendo uma vénia junto da bandeira da Misericórdia, saindo em seguida e continuando a procissão para a igreja, onde termina. Segue-se a missa, acabando assim as cerimónias do domingo de Ressurreição.
(Citando : Mário Marques de Andrade, no seu livro "Subsídios para a Monografia de Segura")






































































































































































































































































































































04 maio, 2009

LAVA-PÉS

Vou novamente citar o livro que me tem servido de guia, já que eu não sendo natural de Segura não estou muito por dentro das tradições da Aldeia.


PROCISSÃO DO CALVÁRIO - LAVA-PÉS


Esta festividade é, desde tempos remotos, da iniciativa da Confraria da Santa Casa da Misericórdia e realiza-se na Quinta-feira Santa.

Os preparativos para a cerimónia começã na véspera, dia em que os dez mesários, com excepção do Provedor, Secretário e Tesoureiro, vão aso campo buscar alecrim, com o qual cobrem todo o pavimento da da Misericórdia, semelhante a um fofo tapete verde, donde exala um suave perfume, que enche toda a capela.


























































29 abril, 2009

AS FILHÓS

Não tenho por agora referência a este costume que é, durante as festas de Santa Marinha, uma das mulheres Segurenses tem o compromisso de fazer filhós, para serem depois servidas à população . Claro que quem quer pode contribuir com dinheiro ou géneros, farinha óleo para fritar e também com o trabalho.

Desta vez coube a Rosa essa grande tarefa de fazer e distribuir ao povo as deliciosas filhós, não sem a ajuda de várias companheiras , que meteram mãos à obra e estenderam e moldaram a massa préviamente preparada como manda a tradição. Enquanto isso outras atarefadas senhoras se encarregavam da fritura das mesmas, mas vamos ver mais algumas imagens!

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FESTAS DE SANTA MARINHA 2009

Procissão da Páscoa ou de Domingo da Ressurreição, esta procissão realiza-se antes da missa; sai da igreja e segue pelas ruas da Amoreira, de Santo António, do Outeiro, Praça e rua das Portas de Baixo. Entra na Misericórdia, dirigindo-se em seguida à igreja, pelo adro.

Vai pela seguinte ordem: guiões ( de São José, de Nossa Senhora do Rosário e do Santíssimo), bandeira da Confraria do Espírito Santo, andor de Nossa Senhora da Conceição, de Nossa Senhora das Dores, de São José e de Nossa Senhora do Rosário. Atrás vem o sacerdote, sob o palio, seguindo-se o povo.

Durante todo o percurso ouvem-se os cânticos da Aleluia.

Frente à capela de Santo António, a procissão é aguardada pelo Provedor empunhando a bandeira da Confraria e ladeado pelo tesoureiro e secretário, com a sua vela acesa cada um.

À medida que as imagens vão passando, o Provedor inclina a bandeira, sendo correspondido da parte dos fiéis que transportam as imagens, com um cumprimento idêntico, inclinando-se todos ao mesmo tempo,fazendo como que uma vénia.Chegada a vez de Nossa Senhora do Rosário, e depois das vénias, os dois mesários ladeiam a Virgem Nossa Senhora, que acompanham, correndo o Provedor com a bandeira, a colocar-se à frente da procissão, principiando aqui a recepção que a Misericórdia faz à Ressurreição.

Os restantes mesários estão, em duas alas, à entrada do templo da Misericórdia, empunhando cada um deles uma vela acesa. O Provedor entra com a bandeira e coloca-se em frente do altar-mor.

Guiões e imagens penetram um a um no templo fazendo uma vénia junto da bandeira da Misericórdia, saindo em seguida e continuando a procissão para a igreja, onde termina.Segue-se a missa, acabando assim as cerimónias do Domingo de Ressurreição.

Nota: Este relato trata-se de uma transcrição da obra indicada editada em 1988, pede-se desculpa por alguma imprecisão ou alteração às cerimonias actuais

Fonte: (Subsídios para a Monografia de Segura 2ª Edição - do Cap. Mário Marques de Andrade)

26 maio, 2008

ALMOÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO, 11 DE MAIO DE 2008

Organizado pela comissão de festas de 2005, realizou-se no dia 11 de Maio de 2008, um almoço de confraternização, para quem no mesmo quisesse participar o qual foi bastante concorrido como se pode ver pelas imagens.

(Com Som)

02 fevereiro, 2008

FESTA DE S.SEBASTIÃO

A festa anual de S. Sebastião realiza-se a 20 de Janeiro.

Santo milagreiro, que segundo a crença popular, preserva as pessoas de inúmeras moléstias, principalmente da varí­ola ou «bexigas», muita gente, neste dia tira com um fio de algodão, a altura «ou as medidas» do santo, fio que se coloca ao pescoço, dando-lhe duas voltas, como se fosse um colar.

E assim fica livre da terrí­vel doença das bexigas...

( Este pequeno Clip foi realizado por; Manuel Sobreiro )



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